VOCÊ SABE QUEM FOI MONTEIRO LOBATO?

VOCÊ SABE QUEM FOI MONTEIRO LOBATO?

No dia 18 de abril de 1882 nascia em Taubaté, São Paulo, José Bento Monteiro Lobato.

Responsável por várias campanhas nacionais em defesa do petróleo, do ferro e da saúde, Monteiro Lobato revolucionou o mercado editorial numa época em que ainda não existia uma literatura voltada para o público infantil e juvenil ao criar sua própria editora e escrever livros voltados para todos os que não tinham acesso à literatura.

Lobato está até hoje nos corações dos brasileiros através das aventuras de uma turma bem alegre e arteira, que adora se meter em grandes aventuras e confusões: a turma do Sítio do Picapau Amarelo.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Descobrimento do Brasil


História do Descobrimento do Brasil



Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.



Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.



A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela  Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha.



Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas.

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.



Mas segundo Rainer Sousa, mestre em História, em um texto escrito para o site Brasil Escola, o caso foi outro. Leia:

Ultimamente, diversos historiadores refutam a ideia de que o Brasil tenha sido descoberto em 1500 pela esquadra liderada por Pedro Álvares Cabral. Essa revisão sobre o fato usualmente se sustenta no momento em que se destaca o grau de desenvolvimento tecnológico, o controle de informações realizado pelo governo português e a preocupação em se revisar os limites coloniais com a assinatura do Tratado de Tordesilhas.

Para compreendermos melhor essa questão é necessário que observemos alguns episódios anteriores ao anúncio das terras brasileiras. No início de 1500, a Coroa Portuguesa enviou uma expedição que deveria buscar mais um precioso carregamento de especiarias vindo de Calicute, Índia. Essa nova empreitada marítima seria liderada pelo experimente navegador Pedro Álvares Cabral e contaria com a presença do cosmógrafo Duarte Pacheco Pereira.

De acordo com alguns especialistas, Pacheco teria participado de uma expedição secreta que, em 1498, teria constatado a existência das terras brasileiras. Antes da partida, o rei Dom Manuel II organizou uma grande festividade para celebrar a ida dos bravos navegadores que se lançariam às águas do Oceano Atlântico. Depois de celebrar a partida, os navegadores se afastaram da costa africana, contrariando a tradicional rota de circunavegação daquele continente.

A ação tomada nunca teve uma clara explicação, mas se tratando de uma esquadra composta por experientes navegadores, seria no mínimo estranho se lançarem a um tipo de empreitada ausente de qualquer outra segurança. Além disso, devemos salientar que as rotas utilizadas para a navegação eram de extremo sigilo, pois garantiam a supremacia e os interesses comerciais de uma determinada nação. Dessa forma, a ideia do encontro acidental perde ainda mais força.

Os relatos dessa viagem de Cabral pelo Oceano Atlântico não fazem menção a nenhum tipo de grande dificuldade ou imprevisto. No dia 22 de março os navegadores passaram pela Ilha de Cabo Verde e, logo depois, rumaram para o oeste ao encontro do “mar longo”, nome costumeiramente dado ao Oceano Atlântico. Após um mês de viagem e aproximadamente 3600 quilômetros percorridos, os tripulantes da expedição cabralina encontraram os primeiros sinais de terra.

No dia 22 de abril de 1500, no oitavo dia da páscoa cristã, os tripulantes tiveram um primeiro contato visual com um elevado que logo ganhou o nome de Monte Pascoal. Nos relatos de Pero Vaz de Caminha, um dos integrantes da viagem, esse nome é refutado quando o “biógrafo da viagem” afirma que a região ganhou o nome de Vera Cruz. Ao longo desse mesmo relato não existe nenhuma menção sobre um possível encantamento com a “nova” descoberta.

Os navios decidiram primeiramente aportarem nas margens do Rio Frade, de onde enviaram um tradutor judeu chamado Gaspar Gama para entrar em contato com os nativos. Depois de um primeiro contato com os índios, a esquadra decidiu aportar em uma região mais segura, onde hoje se localiza o município baiano de Santa Cruz Cabrália. Em terra firme, os colonizadores lusitanos organizaram uma missa pascoal dirigida pelo Frei Henrique de Coimbra.

A celebração, que oficializou a descoberta e novas terras, cingiu a conquista material da Coroa Portuguesa e abriu caminho para mais espaço de conversão religiosa para a Igreja. Em um primeiro momento a terra ganhou o nome de Vera Cruz, mas logo foi substituído por Terra de Santa Cruz. Em uma última modificação do nome das novas terras, os colonizadores lusitanos decidiram nomeá-la como “Brasil” em face da grande disponibilidade de pau-brasil na região.

No dia 2 de maio de 1500, Pedro Álvares Cabral desmembrou a sua esquadra e partiu para as Índias. Gaspar de Lemos recebeu ordens para que retornasse para Portugal portando as notícias contidas no relato de Pero Vaz de Caminha. Neste documento, havia informações gerais sobre a região explorada e algumas prospecções sobre o potencial econômico local. No entanto, somente três décadas mais tarde, os portugueses iniciaram as atividades regulares de colonização no Brasil.

Por Rainer Sousa
Mestre em História

Dia da Terra



"O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa - e nossa sobrevivência no futuro", diz mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Contudo, a história dessa comemoração é bem mais antiga. O primeiro Dia Nacional da Terra ocorreu em meio ao movimento hippie americano, em 1970. Se por um lado a música e os jovens eram engajados, de outro os americanos viviam com seus carros com motor V8 e a indústria despejando produtos poluidores com pouco medo de represálias legais.



A ideia de uma data para marcar a luta pelo ambiente veio do senador Gaylord Nelson, após este ver a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia, em 1969. Ele recebeu o apoio do congressista republicano conservador Pete McCloskey e recrutou o estudante de Harvard Denis Hayes como coordenador da campanha.

No dia 22 de abril, 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos saíram às ruas para protestar em favor de um planeta mais saudável e sustentável. Milhares de escolas e universidades organizaram manifestações contra a deterioração do ambiente e engrossaram os grupos ambientalistas. Foi um raro momento que juntou até mesmo democratas e republicanos.
O resultado prático foi a criação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e dos atos do Ar Limpo, Água Limpa e das Espécies Ameaçadas. "Foi uma aposta", lembra o senador, "mas funcionou."

Com informações da Earth Day Network.

E para estimular a criançada a cuidar do nosso planeta...



sexta-feira, 19 de abril de 2013

Todo dia é Dia de Índio!

Hoje, dia 19 de abril é comemorado o Dia do Índio. Particularmente, acho que o dia desse povo tão rico culturalmente é todo dia. Todos temos a obrigação de repensar o assunto, respeitar essa cultura tão linda e rica, esse povo tão injustiçado. Vamos aproveitar a data e refletir um pouco sobre o assunto.

Mas, deixando opiniões de lado, você sabe por que o Dia do Índio é comemorado em 19 de abril?


O Dia do índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943, e relembra o dia, em 1940, no qual várias lideranças indígenas do continente resolveram participar do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. Eles haviam boicotado os dias iniciais do evento, temendo que suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "homens brancos". Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América. O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas após a intervenção do Marechal Rondon apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril. O dia do Índio tem como função relatar os direitos indígenas e faz com que o povo brasileiro saiba da importância que eles tem na nossa história.

Como nosso blog é um blog voltado para leitura e literatura, não posso deixar de lembrar de um grande escritor indígena que deixa todos nós apaixonados pela sua obra. São várias publicações contando um pouco da sua cultura, suas vivências, valores, imaginário. Quem é? Daniel Munduruku. Já tive a oportunidade de fazer um mini curso com ele e posso dizer que foram aulas fantásticas, enriquecedoras, estimulantes. Vamos conhecer um pouco sobre ele?




Eu nasci...

em Belém, no Pará. Cresci na aldeia Munduruku chamada Katõ, no interior do estado. Tenho um nome indígena que não posso contar qual é. Ele é sagrado, carrega consigo o espírito de um antepassado meu. Só pode ser dito pessoalmente, e para quem eu quiser. É bom que ele não circule para honrar esse antepassado. Aí eu escolhi usar o nome Daniel, junto com Munduruku, para homenagear o meu povo.

Saí da minha aldeia...

mas foi só fisicamente. Um cantinho do meu coração ficou por lá para sempre. Eu era muito curioso e quando tinha 15 anos falei com meus pais e eles permitiram que eu andasse por outros caminhos. Mas sempre que posso, visito meus parentes no Pará.

Quando percebi...

virei escritor. Queria que as crianças conhecessem mais os indígenas e não sabia como fazer isso, até que um dia... Buuuuum! Aconteceu: escrevi meu primeiro livro. Depois, espalhei histórias pelo mundo. Visitei a Europa e a América do Sul.

VIDA NA ALDEIA:

As crianças... inventam seus próprios jogos. Uma brincadeira legal é correr no mato imitando bichos e pássaros. Também gostam de brincar de pega-pega no rio. Elas podem caçar, pescar e... jogar futebol!

A dança da chuva... existe, mesmo. Há certas pessoas que conhecem os rituais para falar com o espírito da chuva e convencê-lo a mandar a chuva do céu. Para os povos indígenas, todas as coisas têm espírito e isso vale também para a água e a chuva.

Na hora do aperto... fazemos cocô no mato. Depois tampamos com terra e folhas das árvores e corremos para o rio, para tomar banho. Pode parecer estranho, mas é higiênico e ajuda a manter a natureza, afinal não precisamos derrubar árvores para fazer papel higiênico.

Não temos festa de aniversário... não é nosso costume. Por que festejar o aniversário de uma pessoa em só um dia quando todos os dias são especiais?

DICAS DE LIVROS:

Parece que Foi Ontem – Kapusu Acum Ajuk. Escrito em português e em munduruku, ensina muitas palavras no idioma indígena.

As Serpentes que Roubaram a Noite. É a lenda Munduruku preferida de Daniel.

Meu Vô Apolinário Um Mergulho no Rio da (Minha) Memória. É o livro preferido de Daniel, e foi escrito por ele em homenagem ao seu avô – que gostava muito de ser índio.

(Entrevista concedida à Revista Recreio)

Quer saber mais sobre o autor e sua cultura? Visite Daniel Munduruku

"Quando o velho terminou de falar, um vento forte e estranho soprou acima da nossa cabeça, trazendo um tremor ao nosso corpo já um pouco cansado. Foi um vento bem esquisito aquele que apagou as lamparinas que estavem sobre a mesa. Ficamos assustados, e alguns aproximaram-se do velho, que a todos acolhia." (Trecho de As serpentes que roubaram a noite e outros mitos. Daniel Munduruku)




Na Sala de Leitura temos vários livros de Munduruku. Ficou curioso para conhecer? Procure a SL e leia bastante. Apaixone-se por esse universo!



quinta-feira, 18 de abril de 2013

Hoje é dia de histórias de montão!

Para comemorar o dia do Livro Infantil, fui em algumas salas dos pequenos (não consegui ir em todas, que pena!) para conversar sobre Monteiro Lobato, sobre o dia de hoje e para contar histórias. Foi uma atividade muito legal!

Quando comecei, primeiro relembramos o ambiente do Sítio do Picapau Amarelo, depois lembramos dos moradores do Sítio, então inventei uma sobrinha para Tia Nastácia, já que eles adoram os personagens. Convidei todos para uma viagem ao Sítio do Picapau Amarelo. Os alunos deveriam imaginar que estavam na sala do Sítio e não na sala de aula. Enquanto eu falava sobre a sala do sítio, ia me "vestindo" de Natinha, a sobrinha inventada da Tia Nastácia. Eles ficaram bastante atentos, pois conseguiram embarcar na viagem. Muito bom! A história foi contada, cantamos, dançamos, rimos muito e foi chegando o final da viagem. Uma turma em especial simplesmente se recusou a "voltar" e a reação foi ótima! Bem, no final, tirei a roupa da personagem, todos adoraram e conversamos sobre a importância dos livros e da leitura. Nos divertimos muito! Amei a atividade e faremos outras em breve!

















É hoje!


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dia Nacional do Livro Infantil




No Brasil, celebramos em 18 de abril o Dia Nacional do Livro Infantil. A data lembra o nascimento de Monteiro Lobato, considerado o pai do gênero no País. Além de suas obras, o autor também traduziu e adaptou clássicos mundiais como Alice no País das Maravilhas e Robin Hood. Monteiro Lobato é considerado como pai do gênero também por sua contribuição com sua própria obra infantil e pela sua iniciativa na área editorial bem como pelo incentivo à leitura. Ele foi o primeiro a se preocupar não só com a existência de uma literatura para crianças, mas também com a linguagem usada para escrever para essas crianças. "De escrever para marmanjos já estou enjoado. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo", já teria dito o escritor.


É claro que o Brasil tem diversos outros autores célebres na área, destacando-se Ana Maria Machado, Lygia Bojunga, Ruth Rocha, Ziraldo, Bartolomeu Campos de Queirós, Tatiana Belinky, Cecília Meireles, Pedro Bandeira e Mary França, entre incontáveis outros nomes relevantes. 



E pensar que tudo começa no “Era uma vez...”  que sempre é uma vez diferente, ainda que seja a mesma vez.  É como uma viagem sem volta. A gente embarca nesse mundo de fantasias e nunca mais quer voltar.  O dia de hoje deveria ser aproveitado como um dia de reflexão, onde pudéssemos pensar que as histórias com as quais temos contato nos livros não tem idade e nem contraindicação. Mesmo os muitos pequenos já deveriam ter contato com os livros, uma vez que hoje temos livros apropriados para todas as fases de cada criança ou para todos os gostos de qualquer adulto.  Adultos esses que perdem a capacidade de imaginação e de sonhar.


Nós, adultos, tão aborrecidos e anestesiados pelos afazeres que desabam sobre nossas costas, muitas vezes nos esquecemos da época em que fomos piratas dos sete mares, vivíamos em reinos encantados e conversávamos com astutos animais. Pobre é a criança que tem pressa de crescer, porque muitos adultos dariam fortunas para ser como ela por um dia que fosse...


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Concurso de Relatos e Resenhas


Com o objetivo de estimular a leitura dos livros da Biblioteca do Professor, ação do
Programa “Rio, uma cidade de leitores” voltada para a formação de profissionais leitores,
a E/SUBE/CED/Gerência de Mídia-Educação propõe a realização do Concurso de
resenhas e relatos de experiência dos livros da Biblioteca do Professor.
O concurso consiste na seleção de resenhas críticas e relatos de experiência, elaborados
a partir da leitura dos livros que compõem esse acervo.
Poderão participar do concurso todos os professores, agentes auxiliares de creches e bibliotecários lotados nas Unidades Escolares, Creches, EDI, Bibliotecas Escolares Municipais e CREJA.

Livros do Acervo da Biblioteca do Professor

2009

Felicidade clandestina – Clarice Lispector - Ed. Rocco
As cem melhores crônicas brasileiras – Joaquim Ferreira dos Santos (Org.) - Ed. Objetiva
Leite derramado – Chico Buarque - Ed. Companhia das Letras
Quase memória - Carlos Heitor Cony – Ed. Alfaguara
Poesia completa – Mario Quintana - Ed. Nova Fronteira
O Albatroz Azul – João Ubaldo Ribeiro - Ed. Nova Fronteira
A soma dos dias – Isabel Allende - Ed. Bertrand Brasil
O menino do pijama listrado – John Boyne - Ed. Companhia das Letras
O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez - Ed. Record
O vendedor de passados – José Eduardo Agualusa - Ed. Gryphus

2010

O melhor das comédias da vida privada - Luis Fernando Verissimo – Ed. Objetiva
A chave de casa -Tatiana Salem Levy – Ed. Record
As melhores crônicas de Rachel de Queiroz - Seleção Heloisa Buarque de Hollanda - Ed. Global
Os últimos lírios no estojo de seda - Marina Colasanti - Ed. Leitura
Como se não houvesse amanhã – Henrique Rodrigues (Org.) – Ed. Record
Noites tropicais – Nelson Motta – Ed. Objetiva
Escola de gigantes – Susana Fuentes – Ed. 7 Letras
Ferreira Gullar – Alfredo Bosi (Seleção) – Ed. Global
Diário de escola - Daniel Pennac – Ed. Rocco 
Crime e castigo - Fiodor Dostoievski – Ed. 34
Invictus - conquistando o inimigo - Nelson Mandela e o jogo que uniu a África do Sul - John Carlin - Ed. Sextante
Fazes-me falta - Inês Pedrosa - Ed. Alfaguara
Ensaio sobre a cegueira – José Saramago – Ed. Companhia das Letras
Confesso que vivi – Pablo Neruda – Ed. Bertrand Brasil

2011

Conversa sobre o tempo - Luis Fernando Verissimo e Zuenir Ventura - Ed Agir
A educação pela pedra - João Cabral de Melo Neto - Ed. Alfaguara
Não há silêncio que não termine - Ingrid Betancourt – Ed. Companhia das Letras
Singué sabour. Pedra-de-paciência - Atiq Rahimi - Ed. Estação Liberdade
Grande Sertão:veredas – João Guimarães Rosa – Ed. Nova Fronteira
Viva o povo brasileiro – João Ubaldo Ribeiro – Ed. Ponto de Leitura
A ilha sob o mar – Isabel Allende – Ed. Bertrand Brasil
O enigma do oito – Katherine Neville – Ed. Rocco
Cordilheira – Daniel Galera – Ed. Companhia das Letras
1822 – Laurentino Gomes – Ed. Nova Fronteira
Mal Secreto – Inveja – Zuenir Ventura – Ed. Objetiva
1961: O Brasil entre a ditadura e a guerra civil – Paulo Markun, Duda Hamilton – Ed. Benvirá
O Guardião de livros – Cristina Norton – Ed. Casa da Palavra
O morro dos ventos uivantes – Emily Brontë – Ed. Lua de Papel

2012

Tenda dos milagres - Jorge Amado - Ed. Companhia das Letras
Romance D'a Pedra Do Reino E O Principe Do Sangue Do Vai-E-Volta - Ariano Suassuna - Ed. Jose Olympio
Chaplin – Uma vida - Stephen Weissman - Ed. Larousse
Steve Jobs - A Biografia - Walter Isaacson – Ed. Companhia das Letras
Melhores poemas de Cecília Meireles - Cecília Meireles – Org. Maria Fernanda
Ed. Global
Tropical sol da liberdade - Ana Maria Machado - Ed. Alfaguara
A lista de Schindler: a verdadeira história - Mietek Pemper - Ed. Geração Editorial
O Nome da Rosa - Umberto Eco - Ed. Best Bolso
Histórias que os jornais não contam – Moacyr Scliar – Ed. Agir
As Divas do Rádio Nacional – Ronaldo Conde Aguiar – Ed. Casa da Palavra
A vida como ela é... em 100 inéditos – Nelson Rodrigues – Ed. Nova Fronteira
Cante lá que eu canto lá: filosofia de um trovador nordestino – Patativa do Assaré – Ed. Vozes
Orgulho e preconceito – Jane Auten Ed. Martin Claret
Os colegas de Anne Frank: o reencontro dos sobreviventes do Liceu Judaico – Theo Coster – Ed. Objetiva

2013 (Lista da 1ª Votação)

 - Nacionais
 Duzentas crônicas escolhidas - Rubem Braga - Ed. Record
 Nova antologia poética - Vinicius de Moraes - Cia. das Letras

- Estrangeiros
Persuasão - Jane Austen - Zahar
As mulheres de meu pai - José Eduardo Agualusa - Língua Geral

Vai participar? Leia o regulamento e boa sorte!